domingo, 22 de janeiro de 2012

ESPECIAL LUTADORES MMA - Primeira Parte

Ficha Técnica



Nome: Royce Gracie
Apelido: -
Nascimento: 12 de dezembro de 1966
Local: Rio de Janeiro, RJ (BRA)
Altura: 1,80m
Peso: 80kg
Equipe: Gracie Humaitá
Cartel: 14-2-3
Vitórias: 12 por submissão, 2 por decisão
Derrotas: 2 por nocaute técnico
Estilos: Jiu-Jitsu

Títulos Conquistados e Honrarias

Três vezes Campeão do UFC Tournament em 1993 e 1994
Integrante do UFC Hall of Fame desde 2003
Recorde de vitórias por submissão no UFC (11)

Links Oficiais Relacionados

Site: http://www.roycegracie.tv
Twitter: @realroyce
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Cartel Profissional no MMA

RESULTADOOPONENTEMÉTODOEVENTOROUNDTEMPO
VitóriaKazushi SakurabaDecisão UnânimeK-1 HERO’s Dynamite!! USA35:00
DerrotaMatt HughesNocaute Técnico (Socos)UFC 60 Hughes vs. Gracie14:39
EmpateHideo TokoroEmpateK-1 Premium 2005 Dynamite!!210:00
VitóriaChad RowanSubmissão (Chave de punho)K-1 Premium 2004 Dynamite!!12:13
EmpateHidehiko YoshidaEmpatePRIDE Shockwave 2003210:00
DerrotaKazushi SakurabaNocaute Técnico (Interrupção do córner)PRIDE Grand Prix 2000 Finals615:00
VitóriaNobuhiko TakadaDecisão UnânimePRIDE Grand Prix 2000 Opening Round115:00
EmpateKen ShamrockEmpateUFC 5 The Return of the Beast136:00
VitóriaDan SevernSubmissão (Triângulo)UFC 4 Revenge of the Warriors115:49
VitóriaKeith HackneySubmissão (Arm-lock)UFC 4 Revenge of the Warriors15:32
VitóriaRon van CliefSubmissão (Mata-leão)UFC 4 Revenge of the Warriors13:59
VitóriaKimo LeopoldoSubmissão (Arm-lock)UFC 3 The American Dream14:40
VitóriaPatrick SmithSubmissão (Socos)UFC 2 No Way Out11:17
VitóriaRemco PardoelSubmissão (Estrangulamento de lapela)UFC 2 No Way Out11:31
VitóriaJason DeLuciaSubmissão (Arm-lock)UFC 2 No Way Out11:07
VitóriaMinoki IchiharaSubmissão (Estrangulamento de lapela)UFC 2 No Way Out15:08
VitóriaGerard GordeauSubmissão (Mata-leão)UFC 1 The Beginning11:44
VitóriaKen ShamrockSubmissão (Mata-leão)UFC 1 The Beginning10:57
VitóriaArt JimmersonSubmissãoUFC 1 The Beginning1

Jim Miller consegue virada e finaliza Melvin Guillard no UFC On FX 1

Começou com o pé direito a parceria entre o UFC e o canal FX. Grandes lutas movimentaram neste sábado a Bridgestone Arena, em Nashville, no UFC On FX 1. No combate principal da noite, Jim Miller precisou mostrar poder de recuperação até submeter Melvin Guillard. Antes havia sido a vez de Josh Neer colocar Duane Ludwig para dormir.
Os pesos galos Mike Easton e Jared Papazian fizeram a festa da pancadaria por quinze minutos. Já a disputa de pesados que abriu o card principal recolocou Pat Barry na lista dos vencedores com o nocaute sobre Christian Morecraft.
Nas preliminares, Jorge Rivera se aposentou com vitória por nocaute sobre Eric Schafer. De volta ao UFC, Fabricio Morango conseguiu sua primeira vitória na organização ao submeter Tommy Hayden, enquanto Charlie Brenneman repetiu o jogo da vitória sobre Rick Story para bater Daniel Roberts.

Jim Miller (EUA) venceu Melvin Guillard (EUA) por submissão com mata-leão (2:04, R1)


O velho Miller está de volta ao caminho do title shot entre os pesos leves, não sem sofrer um pouco.
Jim sabia que teria que lidar com a pressão inicial de Melvin, talvez o mais forte peso leve em ação no UFC. E a pressão veio rapidamente – e com força. Guillard, que também vinha de derrota, tinha intenção de encerrar o combate cedo e já deixou duas joelhadas voadoras no tronco de Miller nos primeiros 30 segundos. Conseguiu um knockdown com um potente jab de encontro. Atordoado, Miller rapidamente agarrou a perna do oponente tentando levá-lo ao solo. Guillard rapidamente se levantou socando o rosto de Jim. Melvin passou então a machucar o adversário no clinch com socos e uma joelhada. Já com o nariz sangrando, Miller conseguiu travar o oponente no clinch contra a grade e tentou reagir.
Guillard saiu da grade, acertou outra joelhada mas recebeu um potente cruzado de direita como resposta. Miller seguiu na caça e levou outro joelhaço. Em vez de tombar, Jim conseguiu encaixar um double-leg, caindo por cima na meia guarda de Melvin. Mostrando que realmente é um cara duro, Miller montou e rapidamente girou para as costas. Guillard se levantou com o adversário mochilado e cedeu o pescoço. O público foi ao delírio prevendo a virada. Jim travou firmemente os ganchos e puxou Melvin para o chão. A gravata técnica passou rapidamente para um mata-leão. Pela nona vez na carreira, Guillard foi obrigado a desistir.
Miller, que jamais foi nocauteado ou submetido, deu os méritos aos punhos pesados de Guillard:
“Eu não costumo ir a knockdown e ele me derrubou. Ele bate duro. Existem muitos caras nesta categoria de peso e provavelmente muitos não gostariam de lutar com este garoto. Eu encontrei um meio de pegar as costas. Fiz algo que sempre fui capaz de fazer. Estou muito confiante que sou o peso leve mais perigoso do mundo e estou disposto a fazer vocês acreditarem nisso.”
A vitória, a décima segunda por finalização na carreira e a quarta no UFC, rendeu o terceiro bônus de submissão da noite para Jim Miller, que embolsou um adicional de 45 mil dólares.

Josh Neer (EUA) venceu Duane Ludwig (EUA) por submissão com guilhotina (3:04, R1)


Neer disse que não teria medo de trocar com Ludwig. Cumpriu a promessa (pelo menos por um tempo).
O Dentista saiu à caça do ex-campeão mundial de muay thai, fazendo Ludwig circular pela periferia do octógono, mas levou um contragolpe com meio minuto de luta. A direita de “Bang” fez Neer dobrar os joelhos e buscar o clinch. Josh levou o oponente para a grade e fez muita força para conseguir uma queda. Ludwig defendeu e ainda deixou uma joelhada de presente.
O kickboxer se empolgou e acelerou o ritmo. Lançou combinações de rápidos socos mesclados com joelhadas no tronco. Uma delas lançou o protetor de Neer ao chão. Luta reiniciada e Josh voltou à caça, sendo alvejado seguidamente em contra-ataques. A situação começava a ficar feia quando Neer encurtou a distância na marra. Foi pego num thai clinch e engoliu mais joelhadas. Numa delas, conseguiu agarrar uma perna de Ludwig, que continuava a lhe socar o rosto. Finalmente Neer conseguiu colocar Duane de costas para o chão e assim expôs a maior dificuldade do oponente. Neer mergulhou na guarda socando. Quando Ludwig tentou se levantar, deixou o pescoço de presente. Josh travou a guilhotina e só soltou quando o árbitro Josh Rosenthal foi avisado que o adversário estava apagado.

Mike Easton (EUA) venceu Jared Papazian (EUA) por decisão majoritária (29-28, 30-27, 28-28)


Quando digo que não troco uma luta de pesos galos por uma de pesados, Easton e Papazian chegam para justificar a escolha.
Os saudosos do PRIDE levantaram do sofá assim que a luta começou. Os atletas rapidamente se engancharam no centro do octógono numa troca neurótica de golpes no thai clinch, lembrando Don Frye vs Yoshihiro Takayama no PRIDE 21. Easton saiu em teórica vantagem quando levou o oponente de costas para a grade, mas Papazian conseguiu reverter a situação. Mesmo sem espaço algum os lutadores conseguiram trocar socos, cotoveladas, joelhadas e, claro, reverter a posição na grade algumas vezes. Mesmo com o clinch ativo, o árbitro Mario Yamasaki mandou os lutadores de volta ao centro do octógono. Easton passou a caçar Papazian, que circulava. Cada vez que a distância era reduzida, os atletas trocavam golpes pesados. O round terminou do mesmo jeito que começou, à la Frye-Takayama. Pelo equilíbrio mostrado nas trocas de golpes e nos clinches, seria de bom tom marcar 10-10, como fez o juiz lateral Jeff Blatnik. Como Easton “andou mais pra frente”, Sal D’Amato e Chris Lee apontaram vantagem para Mike.
A luta seguiu em ritmo acelerado no segundo round, ainda com Easton na caça e Papazian circulando. Depois de algumas boas trocas de golpes, este aproveitou o movimento de um pêndulo para cinturar Easton e levá-lo para a grade. Enquanto Papazian tentava controlar o pulso direito de Easton, os lutadores trocavam joelhadas quando novamente Yamasaki mandou separar. Um minuto depois, lá estavam ambos no clinch na grade. Desta vez Mike conseguiu quedar o adversário, caindo na meia guarda. O Hulk então trabalhou o ground and pound e passou a guarda. Papazian conseguiu se levantar e rapidamente deixou Easton com as costas na grade. Ainda tentou puxar o oponente para a guarda nos segundos finais, mas foi tarde. Easton levou o round por 10-9.
E como começou o terceiro round? Claro, na pancadaria franca. Como se o mundo fosse acabar em cinco minutos, Easton e Papazian trocaram socos e chutes até a luta grudar em novo clinch. Desta vez com razão, Yamasaki separou os atletas por causa de uma joelhada nos genitais aplicada por Easton. Quando o combate reiniciou, pela primeira vez Papazian saiu à caça de Easton, que procurou a queda. Jared defendeu e a grade voltou a ser o habitat. Disposto a resolver a luta, Papazian forçou a volta ao centro e os lutadores novamente trocaram golpes selvagens, com direito a novo clinch Frye-Takayama. Quando o cronômetro se aproximava do minuto final, Papazian tentou uma joelhada no clinch e foi empurrado ao chão. Os segundos finais reservaram nova troca insana, desta vez com clara vantagem para Papazian, que venceu o round por 10-9.
Na minha contagem extra-oficial, o resultado final seria um empate de 29-29, o mesmo marcardo pelo juiz Jeff Blatnik. Porém Sal D’Amato e Chris Lee apontaram vitória para Eastman, que levou por decisão majoritária. Um deles marcou 29-28, resultado aceitável, visto que o primeiro round foi equilibrado e pode ter ido para Mike. O problema foi o 30-27 marcado pelo outro juiz…

Patrick Barry (EUA) venceu Christian Morecraft (EUA) por nocaute (3:38, R1)


Conhecido por entregar lutas ganhas, Barry finalmente fez o contrário na noite passada.
Pat começou tentando estabelecer a distância para minimizar o enorme prejuízo de altura para o oponente. Ao aplicar um chute baixo, teve a perna capturada por Morecraft, que levou a luta para o solo. O grandalhão tentou um mata-leão todo torto, perdeu a posição e viu o combate voltar ao centro, novamente de pé. Barry mesclava boas direitas com chutes baixos quando Morecraft voou nas pernas, levou para a grade e dali para o chão com um double-leg. Caiu por cima, montou, encaixou um katagatame e deixou Barry se safar. O baixinho girou, deu as costas e acabou preso numa chave de braço muito firme. Mostrando a evolução dos treinos com Rodrigo Comprido, Pat passou por cima de Christian, tirou o braço da enrascada e se levantou.
De volta ao centro, os lutadores trocaram alguns poucos golpes na longa distância. Num deles, Barry disparou um cruzado violentíssimo de esquerda que destruiu o nariz de Morecraft, mandando-o à lona praticamente desacordado. Desta vez sem perder a oportunidade, Pat acertou três petardos no ground and pound. Herb Dean, muito mal colocado, demorou a chegar para interromper a luta. Morecraft ficou uns bons minutos no chão recebendo atendimento.
Esta foi a primeira vez que Barry venceu no UFC quando o oponente tentou uma submissão. Nas outras três vezes em que ficou preso a alguma posição de jiu-jitsu, sucumbiu em todas (para Stefan Struve, Mirko Cro Cop e Tim Hague). A luta foi bonificada como a melhor da noite, de acordo com o UFC. Barry e Morecraft levaram 45 mil dólares, enquanto Easton e Papazian devem ter ficado sem entender nada.

Preliminares: Jorge Rivera se aposenta com vitória; Fabricio Morango retorna e vence a primeira


Jorge Rivera havia anunciado que se aposentaria após o UFC On FX 1, qualquer que fosse o resultado da luta. A um mês de completar 40 anos, o peso médio deixou uma boa última impressão. Mas não foi fácil. Jorge foi quedado por Eric Schafer, controlado no ground and pound e perdeu o primeiro round. Voltou disposto a mudar a história no segundo. Acertou um petardo que fez o oponente dobrar os joelhos. Sentindo cheiro de sangue, o Conquistador partiu para o ground and pound, obrigando o árbitro Herb Dean a interromper a luta.
Numa luta marcada por insanas trocas de golpes e muitos socos passando no vazio, o estreante russo Khabib Nurmagomedov manteve-se invicto ao finalizar o iraniano Kamal Shalorus no terceiro round. Nurmagomedov mandou o oponente a knockdown no primeiro quando levava prejuízo no combate. Depois disso, Shalorus claramente se perdeu na luta, inclusive sendo superado no wrestling, sua principal virtude. No terceiro, o russo quedou, tentou uma guilhotina, passou a guarda, montou, pegou as costas e finalizou com um mata-leão.
Charlie Brenneman se recuperou do duro nocaute sofrido contra Anthony Johnson. Usando a mesma tática que lhe rendeu o triunfo sobre Rick Story, Brenneman abusou das quedas e ground and pound para controlar Daniel Roberts. A vitória veio por decisão unânime, apesar de um juiz lateral ter conseguido a proeza de enxergar um round para Roberts.
Único brasileiro em ação no evento, Fabricio Morango conseguiu sua primeira vitória no UFC. Ele superou um começo agressivo de Tommy Hayden para pegar o faixa preta de Jorge Gurgel num mata-leão no minuto final do round inicial.
O quarto mata-leão da noite foi aplicado por Daniel Piñeda, que tirou a invencibilidade do também estreante Pat Schilling. A vitória veio com 1:37 do primeiro round.
Outro estreante que fez bonito foi Nick Denis. Ele precisou de apenas 22 segundos para pegar Joseph Sandoval no thai clinch e encher o oponente de cotoveladas. A vitória lhe rendeu o bônus de nocaute da noite.

UFC mantém resultado da luta de Erick Silva

A grande polêmica do UFC 142, que aconteceu no último sábado no Rio de Janeiro, foi a derrota por desclassificação de Erick Silva contra Carlo Prater. O lutador capixaba teve uma vitória por nocaute técnico aos 29 segundos de luta revertida por conta de golpe(s) ilegal(is) aplicado(s) contra o adversário.
Depois de dias de muita insatisfação e reclamação, a equipe gerencial de Erick entrou com um pedido de revisão de resultado. Como o Brasil não possui uma comissão atlética ou outro órgão que controle o MMA, o próprio UFC auto-regulamentou o UFC Rio 2. Marc Ratner, vice-presidente de assuntos regulatórios da organização, foi o encarregado de avaliar a apelação e dar o veredito. A resposta saiu na noite desta quinta-feira:
“Com base nas advertências verbais do árbitro, sua determinação de que os golpes foram intencionais e uma falta desqualificante, este não é o tipo de decisão que pode ser revista. Portanto, a decisão será mantida. Recentemente, a Zuffa decidiu implementar o uso de replay instantâneo em todos os eventos internacionais que são auto-regulados, e incentiva todos os reguladores a considerar a viabilidade e a eficácia do replay instantâneo no esporte MMA. Mesmo o replay instantâneo não revertendo a decisão na luta Erick-Prater, acreditamos que poderá ser valioso para árbitros e para o esporte no futuro.”
O que isto significa?
Segundo Ratner, Yamasaki alertou para Erick não bater na nuca de Prater. Naquele momento, o atleta da X-Gym não estava batendo na nuca. Lá pelo décimo golpe, um deles pegou na parte de trás da cabeça de Carlo. Yamasaki considerou o golpe intencional pelo fato de Erick ter sido alertado antes. Repare a sequência na animação abaixo:

A manutenção do resultado é correta?
Infelizmente para Erick Silva, sim. Pelas Regras Unificadas de Conduta do MMA, basta um golpe ilegal aplicado de modo flagrante e proposital – na opinião do árbitro central – para a desclassificação poder ser aplicada. Golpear a parte de trás da cabeça de um oponente é considerado falta pelas Regras Unificadas. Logo, o resultado da luta não pode ser alterado.
A impressão que ficou é que Yamasaki atirou no que viu e acertou o que não viu. O árbitro disse que percebeu mais de um golpe ilegal (ele usou o plural ao se justificar com o comentarista e repórter Joe Rogan ao final da luta). Para sorte de Mario, um dos mais de dez golpes atirados por Erick realmente foi ilegal. Se este único soco tivesse passado no vazio ou acertado outro ponto da anatomia de Prater, Yamasaki teria cometido uma das maiores injustiças dos últimos tempos. Mas não foi o caso.
O que fica de lição?
Erick Silva poderia reclamar que o golpe ilegal não deveria ter sido contabilizado, pois Carlo Prater estava fora de combate e Mario Yamasaki já poderia ter interrompido o combate antes. O problema é que esta é uma falha recorrente no árbitro brasileiro, que por diversas vezes deixa um atleta sofrer golpes em demasia por interromper combates tardiamente. Ou seja, o que já foi dito exaustivamente: Yamasaki poderia ser um pouco mais ágil na interrupção de algumas lutas.
A outra lição é a mais óbvia de todas: O BRASIL PRECISA DE UM ÓRGÃO REGULADOR PARA O MMA ligado diretamente ao governo federal (provavelmente via Ministério dos Esportes). E, preferencialmente, que o controle fique nas mãos de pessoas isentas, sem nenhum tipo de relação com evento algum.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Antes de dormir, Belfort toma café da manhã em padaria e exibe olho roxo

Após finalizar o americano Anthony Johnson na Arena da Barra nesta madrugada, Vitor Belfort fez um pit stop em uma padaria antes de descansar. O peso médio parou para tomar café da manhã com a esposa Joana Prado e exibiu o olho direito roxo, marca da batalha do UFC 142.
Vitor Belfort e a esposa tomando café da manhã (Foto: Reprodução / Twitter)
Vitor Belfort e a esposa Joana Prado tomam café da manhã em padaria (Foto: Reprodução / Twitter)

Chutaço rende prêmio de 'Nocaute da Noite' a Edson Barboza no UFC Rio

Brasileiro e Terry Etim levam prêmio de melhor luta, enquanto Toquinho
leva a 'Finalização da Noite' por chave de calcanhar em Mike Massenzio

                                           
 



O chute rodado espetacular aplicado por Edson Barboza, aos 2m02s do terceiro round da luta contra o inglês Terry Etim, rendeu ao brasileiro o prêmio de "Nocaute da Noite" do UFC 142, realizado no Rio de Janeiro. Ele receberá um bônus de US$ 65 mil (o equivalente a cerca de R$ 120 mil). O duelo entre os dois também foi eleito a "Luta da Noite", que renderá mais US$ 65 mil a cada um deles.
- Acho que começamos o ano, literalmente, com o pé direito (risos). Sabia que uma hora algum golpe ia entrar e eu ia conseguir sair vencedor. Mas falando no futuro, meu foco é sempre minha próixima luta. Não vou ficar pensando em nada além disso. Sou funcionário do UFC e estou disposto a enfrentar qualquer adversário - disse Barboza.
Aproveitando o momento de alegria, o lutador, que é natural da cidade de Friburgo, fez um tributo ao aniversário de um ano da tragédia com as chuvas que atingiram a Reigão Serrana do Rio, em 2011.
terry etim e Edson Barboza ufc rio (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Chute certeiro de Edson Barboza acerta o rosto do adversário (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
 
- Foi um momento triste para todo o povo brasileiro, mas sei que a cidade, junta, vai dar a volta por cima e vai se levantar. Gosto muito e de Friburgo e, por mim, não sairia nunca de lá. Creio que tudo vai terminar bem, que nossa cidade vai se reerguer. Mas peço que os governantes virem os olhos para nossa área - concluiu.
Além da premiação de Edson Barboza, Rousimar "Toquinho" Palhares irá receber o prêmio de "Finalização da Noite", no valor dos mesmos US$ 65 mil. Ele aplicou uma linda chave de calcanhar sobre o americano Mike Massenzio, com apenas 1m03s do primeiro assalto.